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Henrique Mecking

GMI

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Henrique da Costa Mecking ("Mequinho") nasceu em Santa Cruz do Sul (RS) em 23 de janeiro de 1952. Campeão do Rio Grande do Sul aos 12 anos, Brasileiro aos 13 (em 1965) e Sul-Americano 2 anos depois, obteve o titulo de Mestre Internacional aos 15 anos.  Em 1971 passou a ser o primeiro brasileiro a conseguir o titulo de Grande Mestre Internacional. Seus maiores triunfos ocorreram nos Torneios Interzonais de 1973 (Petrópolis) e 1976 (Manila), tornando-se assim candidato ao titulo mundial. Sem sombra de duvida e' o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos. Infelizmente sua frágil saúde interrompeu sua brilhante trajetória em 1979, ficando afastado das lides do tabuleiro por 12 anos. Seu aguardado retorno, em 1991, mostrou-se irregular, não tendo reassumido sua destacada posição no ranking mundial. Atingiu o rating de 2635 em 1977, o  ponto mais elevado de sua carreira. Vive atualmente  em Taubaté (SP).

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Mecking aos 12 anos (1964)
Campeão do Rio Grande do Sul

Botvinnik-Mecking
Hastings, 1966

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Korchnoi-Mecking
Augusta,1974

Mecking-Spassky
Manila, 1976

 

Jaime Sunye Neto

GMI

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USA open
Lone Pine 1977

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56° Camp. Brasileiro
Fortaleza 1989

Jaime Sunye Neto nasceu em Curitiba (PR) em 2 de maio de 1957. Foi bicampeão brasileiro juvenil (1974/75) e campeão juvenil pan-americano (em Buenos Aires, 1975). Venceu 7 vezes o Campeonato Brasileiro (em 10 atuações). Participou de 7 Torneios Zonais Sul-Americanos, tendo vencido em São Paulo, 1989 e em 3 Torneios Interzonais da FIDE. Representou o Brasil em 8 Olimpíadas, tendo ganho a medalha de ouro do primeiro tabuleiro em Manila, 1992. Obteve o titulo de Mestre Internacional em 1980 e o de Grande-Mestre em 1986, tendo atingido em 1999 o rating de 2558, o  ponto mais elevado de sua carreira. Dinâmico organizador, foi Presidente da CBX de 1988 a 1992, atuando também como Vice-Presidente da FIDE para as Américas. Vive atualmente em Curitiba (PR).

Gilberto Milos Junior

GMI

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Gilberto Milos Junior nasceu em São Paulo (SP) em 30 de outubro de 1963. Foi tricampeão brasileiro de cadetes (1978/80) e tricampeão brasileiro juvenil (1981/83). Venceu 6 vezes o Campeonato Brasileiro (em 10 atuações). Jogou em 7 Torneios Zonais da FIDE (tendo vencido em Santiago do Chile 1987 e em São Paulo 1999) e participou do Torneio Interzonal de Szirak, Hungria. Em dois Campeonatos Mundiais da FIDE (Groningen 1997 e Las Vegas 1999) conseguiu atingir a terceira etapa. No Mundial de 2004 (Síria) foi eliminado na primeira rodada. Disputou muitos torneios internacionais e representou o Brasil em 8 Olimpíadas Mundiais. Obteve o titulo de Mestre Internacional em 1984 e o de Grande-Mestre em 1988, tendo atingido em outubro de 2000 o rating de 2644. O talento natural, aliado a dedicação sem limites ao jogo-ciência, fez de Gilberto Milos Junior um dos mais fortes jogadores brasileiros de todos os tempos. Vive atualmente em São Paulo (SP).

Giovanni Vescovi

GMI

Foto: © Jose Eduardo Krempel

Giovanni Portilho Vescovi nasceu em 14 de junho de 1978 em Porto Alegre (RS) mas bem cedo foi morar em São Paulo. Aprendeu a jogar xadrez com seu pai aos 3 ou 4 anos de idade e já em 1986 (com 8 anos) iniciou sua participação em torneios. Dai por diante passou a colecionar títulos em todos os níveis de faixa de idade nos âmbitos estadual, nacional, pan-americano e mundial. Aos 15 anos já era Mestre Internacional, tendo conquistado o titulo de Grande Mestre em 1998. Disputou 8 finais de Campeonato Brasileiro, tendo sido 3 vezes campeão e 4 vezes vice. Em 1998 conquistou a medalha de ouro defendendo o primeiro tabuleiro da equipe brasileira vencedora do 1° Campeonato Mundial Juvenil por equipes. Em agosto de 2000 derrotou Henrique Mecking em um renhido match de 6 partidas. Defendeu o Brasil em 3 Olimpíadas Mundiais e jogou em 4 Torneios Zonais da FIDE, tendo sido campeão em 2001, obtendo assim a classificação para o 4° Campeonato Mundial KO da FIDE. Em franca ascensão, atingiu o rating de 2648 em abril de 2004, o mais alto já obtido por um jogador nacional, o que o colocou como 48º melhor jogador do mundo no ranking da FIDE. De estilo ousado e empreendedor, sente-se bem em posições arriscadas e/ou desbalanceadas, o que torna suas partidas sempre interessantes.Bi-campeão do forte torneio de Bermudas (2003/2004).

Rafael Leitão

GMI

World Championship - New Delhi - November 2000

Rafael Duailibe Leitão nasceu em São Luiz (MA) em 28 de dezembro de 1979. Incentivado pelo pai, começou a jogar xadrez com 6 anos de idade. Aos 9 anos conquistou seu primeiro titulo, o de campeão brasileiro mirim (u10). Dai por diante não parou mais, acumulando vitórias nas diversas categorias de base, com destaque para os 8 títulos pan-americanos e 2 campeonatos mundiais : pré-infantil (u12) em Varsóvia, 1991 e infanto-juvenil (u18) em Cala Galdana, 1996.  Alem disso, foi vice-campeão mundial das categorias mirim (u10) em Porto Rico, 1989 e cadetes (u16) em Guarapuava 1995. Aos 15 anos já era mestre internacional, tendo conquistado o titulo de grande mestre em 1998. Disputou 6 finais de campeonatos brasileiros, tendo se sagrado tricampeão ao vencer em 96, 97 e 98. Defendeu o Brasil nas olimpíadas de 1996 em Yerevan (Armenia) e 2000 em Istanbul (Turquia) e participou de 3 campeonatos mundiais da FIDE, em Las Vegas, 1999, Nova Delhi, 2000 e Síria, 2004, sendo que neste em Nova Delhi classificou-se entre os 16 melhores de um total de 100 concorrentes. E em 2004, classificou-se entre os 32 melhores num total de 124 enxadristas. Em abril de 2001 atingiu o rating de 2587, o mais alto de sua carreira. Joga (e ganha) suas partidas com muita lógica clássica, num estilo posicional refinado, evidenciando os resultados positivos decorrentes do convívio e treinamento com seu principal orientador, o GM Gilberto Milos Jr. Desde 1995 mora na cidade de Americana, SP.

Darcy Lima

GMI

Darcy Gustavo Machado Vieira Lima

O carioca Darcy Lima, nascido em 22 de maio de 1962, é um dos seis grandes mestres do Brasil. Conquistou o título de mestre internacional em 1989 e o de grande mestre em 1997. Venceu o campeonato brasileiro absoluto de 1992, 2002 e 2003, é ex-campeão sul-americano, venceu o Zonal 2.4 da Fide de 2003 e classificou-se no ano de 2000 para o mundial realizado na Índia. Disputou o Mundial de 2004 (Síria) onde foi eliminado na primeira rodada. Eleito por um site russo como o melhor jogador do mundo de setembro/2003. Integra a equipe olímpica desde 1988. É editor do jornal “Xeque Mate” e desde 1999 preside a Confederação Brasileira de Xadrez. Uma de suas principais metas sempre foi levar o xadrez ao ambiente escolar e às comunidades carentes, idéia essa que em 2003 teve o apoio do Ministério do Esporte, em um projeto oficial de massificação da modalidade em todo o Brasil.

Eugenio German

IM

10ª Olimpiada
Helsinki 1952
42° Campeonato Brasileiro
Blumenau 1972   Brancas: V.Chemin
Foto: © Alexandre Muniz de Queiroz

Eugenio Maciel German nasceu em Uba (MG) em 24 de outubro de 1930.   Devido as suas atividades profissionais como engenheiro eletricista atuou em poucos torneios, mas sempre com brilhantismo. Participou de  5 Campeonatos Brasileiros, tendo sido vencedor por duas vezes. No Torneio Zonal Sul-Americano de São Paulo, 1960, único que disputou, classificou-se para o Interzonal de Estocolmo, 1962, ganho por Bobby Fischer. Representou o Brasil em 3 Olimpiadas, tendo obtido o titulo de Mestre Internacional por seu excelente desempenho no primeiro tabuleiro em Helsinki, 1952. Foi o primeiro brasileiro a conquistar esta distinção.  Faleceu em 01 de abril de 2001, em Belo Horizonte (MG).

 

Alexandru Sorin Segal

MI

Alexandru Sorin Segal nasceu em 04 de Outubro de 1947 em Bucarest, Romênia. Tornou-se conhecido internacionalmente por sua participação em 4 olimpíadas mundiais estudantis. Formou-se em Ciências Econômicas em 1970 e no ano seguinte transferiu-se para o Brasil. Radicado em São Paulo, adotou a cidadania brasileira e em 1973 participou pela primeira vez de uma final de Campeonato Nacional, tendo obtido o 2° lugar. Conquistou quatro vezes o titulo de Campeão Paulista (72, 76, 91 e 93), duas vezes o de Campeão Catarinense (80 e 81), duas vezes o de Campeão Brasileiro (74 e 78) e em cinco oportunidades defendeu o Brasil em Olimpíadas (74, 78, 82, 84 e 86). Obteve o titulo de Mestre Internacional em 1977, tendo atingido em 1980 o rating de 2415, o mais elevado de sua carreira.  Bateu o recorde brasileiro de simultâneas : 155 partidas. Possui um estilo posicional sólido e jogo muito firme mas e' também um excelente tático, tendo inclusive escrito o livro "Fundamentos de tática", lançado em 1982 e reeditado recentemente. Durante muitos anos colaborou com os jornais "Folha de São Paulo" e  "Folha da Tarde". Vive atualmente em São Paulo (SP).

 

Joao de Souza Mendes 

João de Souza Mendes nasceu na Ilha dos Açores (Portugal) em 23 de junho de 1892. Veio para o Brasil ainda menino e logo naturalizou-se brasileiro. Era medico de profissão, mas sempre arranjava tempo para jogar e estudar xadrez. Foi o primeiro Campeão Brasileiro (1927), tendo participado de 24 finais de campeonatos nacionais. Conquistou o primeiro lugar em 7 oportunidades e foi vice-campeão por 3 vezes, a ultima em 1965, quando, com a idade de 73 anos, foi o único a derrotar o Campeão, Henrique Mecking, na época com 13 anos. Foi diversas vezes campeão carioca, participou de muitos torneios internacionais e representou o Brasil nas Olimpíadas de 1936, 1939 e 1952. Por seu amor e dedicação ao xadrez e seu cavalheirismo e correção durante os torneios era admirado e respeitado por todos os enxadristas brasileiros, merecendo de Gilberto Câmara a adequada denominação de "A Palmeira Imperial do Xadrez Brasileiro". Faleceu no Rio de Janeiro em 10 de julho de 1969.

Thomas Accioly Borges 

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Thomas Pompeu Accioly Borges e', sem duvida, o menos conhecido dos campeões brasileiros. Nascido em Fortaleza no dia 17 de dezembro de 1908, transferiu-se para o Rio de Janeiro onde se formou em engenharia. Como enxadrista teve uma carreira curta e acidentada.  Venceu o campeonato carioca de 1930 e a tradicional Prova Clássica Caldas Vianna de 1933; em 1935 ganhou o direito de desafiar o campeão brasileiro Orlando Rocas apos vencer o Torneio Nacional de Seleção e derrotar em um curto match o vice-campeão João de Souza Mendes. 

No primeiro volume de seu excelente livro "Epopéia do Campeonato Brasileiro de Xadrez" Waldemar Costa relata os acontecimentos que se seguiram:

"A disputa da final de 1935 foi a mais tumultuada da historia do Campeonato Brasileiro. O match foi transferido diversas vezes por Orlando Rocas não concordar com o regulamento. Finalmente, começou em setembro. A primeira partida terminou empatada em 17 lances. Na segunda, novo empate em 27 lances. A terceira foi anulada pela Comissão de Juizes, que marcou nova data para ser jogada. Descontrolado e sentindo-se prejudicado, Rocas insurgiu-se contra a diretoria da FBX e tentou agredir o arbitro principal Alcindo Caldas Vianna (filho do famoso enxadrista brasileiro do inicio do século João Caldas Vianna). O caos que se seguiu provocou a renuncia do presidente Barbosa de Oliveira. Em 30 de setembro de 1935 foi eleito e empossado o novo presidente da FBX: Luis Felipe Burlamaqui. Com autoridade e energia, Burlamaqui cumpriu a decisão da Comissão de Juizes, determinando o dia e local para a disputa da terceira partida, que foi vencida por Accioly Borges por ausência de Orlando Rocas. A quarta foi declarada empate, mas não se tem certeza se foi mesmo efetuada. A quinta foi novamente ganha por Accioly Borges por não comparecimento do adversário. Apos essa partida, a FBX encerrou o match com a vitória de Accioly Borges por 3,5 a 1,5. Borges, então, foi proclamado o novo campeão brasileiro."

Infelizmente, Accioly Borges não pode defender o seu titulo. O motivo foi inusitado: o campeão estava preso!  Waldemar Costa continua assim o seu relato:

"Membro da Aliança Nacional Libertadora, Accioly Borges participou ativamente da política brasileira na época da ditadura de Getulio Vargas. Como o partido fora fechado durante o Estado Novo, Accioly manteve-se na clandestinidade, sendo preso diversas vezes como subversivo. Foi companheiro de cela do escritor Graciliano Ramos, na Ilha Grande. Em 1937 foi posto em liberdade, mas logo em seguida condenado novamente pelo Supremo Tribunal Militar a 3 anos e 10 meses de prisão. Para não ser capturado procurou asilo na embaixada do Peru. Depois, ficou exilado alguns anos na Argentina."

Em 1945, com o fim da ditadura, retornou ao pais. Chegou a jogar em alguns torneios, o principal sendo o Torneio Internacional do Rio de Janeiro de 1946, vencido por Najdorf e onde obteve a quarta colocação. Mas logo em seguida abandonou definitivamente o xadrez. Faleceu no Rio de Janeiro em 18 de setembro de 1986.

Walter Cruz 

2° Torneio Zonal Sul-Americano
Mar del Plata,1954  Brancas: Castillo

3° Torneio Zonal Sul-Americano
Rio de Janeiro,1957

Walter Oswaldo Cruz nasceu em Petrópolis no dia 23 de janeiro de 1910 e faleceu no Rio de Janeiro em 3 de janeiro de 1967. Seu desempenho em Campeonatos Brasileiros foi extraordinário: em 9 participações venceu 6 vezes  e nas 3 restantes foi vice-campeão, o que evidencia a dimensão de seu talento e um total domínio sobre toda uma geração de jogadores brasileiros. Representou o Brasil em duas Olimpíadas e em dois Torneios Zonais Sul-Americanos, tendo também participado do Campeonato Pan-americano de 1945 em Hollywood e em alguns torneios internacionais. Atuou pouco, não tendo como conciliar o exercício da medicina com a carreira de jogador de xadrez. Destacou-se pela excelente coluna sobre xadrez que escrevia para a revista semanal "O Cruzeiro". Em 1951 lançou o livro "Repertorio de Aberturas", onde procurou aprofundar os conceitos inerentes a algumas linhas de jogo cuidadosamente selecionadas, em vez de meramente reproduzir as milhares de variantes que compõem a "teoria das aberturas".

 Octavio Trompowsky 

Octavio Figueira Trompowsky de Almeida, campeão brasileiro de 1939, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1897, tendo falecido na mesma cidade em 26 de marco de 1984. Em suas partidas destacou-se pela criatividade de suas idéias, evitando sempre a rotina e os caminhos trilhados da "teoria". Defendeu o Brasil em duas Olimpiadas, tendo empatado com Alekhine em Buenos Aires, 1939. Na ultima rodada desta mesma Olimpíada enfrentou a Capablanca no que viria a ser a derradeira partida de torneio da vida do grande cubano. Editou uma coletânea de 106 de suas melhores partidas, comentadas com muito humor e originalidade, hoje um clássico da literatura enxadristica brasileira. Conhecido internacionalmente como o criador da "Abertura Trompowsky", 1.d4, Cf6 2.Bg5! , segundo suas próprias palavras "um lance especialmente analisado com o intuito de fugir aos livros e poder enfrentar os mestres com armas mais ou menos iguais". Esta seqüência foi aplicada pela primeira vez (com grande sucesso) na Olimpíada de Munique, 1936, merecendo de Kurt Richter o seguinte jocoso comentário no livro do torneio: "ein ungewohnlicher Zug; 'meine Variante!' sagte Trompowsky stoltz". Atualmente a Abertura Trompowsky faz parte do arsenal de diversos grandes-mestres.

Grande-Mestres Brasileiros

N GMI MI GM
1 Henrique Mecking 1967 1971
2 Jaime Sunye Neto 1980 1986
3 Gilberto Milos Jr 1984 1988
4 Giovanni Vescovi 1993 1998
5 Rafael Leitão 1995 1998
6 Darcy Gustavo Lima 1989 2000

 Mestres Internacionais Brasileiros

N MI
1 Eugenio German 1952
2 Ruth Cardoso 1970
3 Helder Câmara 1972
4 Alexandru Sorin Segal 1977
5

Maria Cristina B. Oliveira

1977
6

Francisco Terres Trois

1978
7

Herman C. van Riemsdijk

1978
8

Antonio Rocha

1979
9

Sandro Heleno Trindade

1982
10 Jussara Chaves 1982
11

Rubens Filguth

1983
12

Marcos Paolozzi

1984
13 Joara Chaves 1985
14

Regina Ribeiro

1985
15

Roberto Watanabe

1991
16

Cícero Nogueira Braga

1993
17

Christian Toth

1993
18

Tatiana Ratcu

1995
19

Everaldo Matsuura

1996
20

James Mann de Toledo

1996
21

Mauro G. de Souza

1997
22

Jefferson Pelikian

1998
23

Eduardo Limp

2000
24 Rodrigo Disconzi 2003
25 Luis Coelho 2003

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 Última atualização: 22/06/04.